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Capitulo 6- Secret Prision

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Acordei com um grito. E a unica pessoa que não queria ver naquele momento estava lá, Silvanete a empregada de Rui que tinha feito uma fogueira e estava fritando 2 ovos. Pedro estava do meu lado dormindo, de mãos dadas comigo, senti eu ficando vermelha, levantei rapido e me alonguei, parecia que eu tinha dormido em pregos. Quando não aguentava mais o silencio ouvi algo se aproximando em alta velocidade.
- Oque é isso?- Silvanete perguntou correndo para de baixo da arvore- Será que são os Caranguejos?
- Como assim caranguejos?- Eu perguntei ja achando que Silvanete era mesmo doida
- A Silvanete mecheu nas minhas pastas e descobriu uma das minhas mais novas descobertas- Rui disse me deixando ainda mais confusa- Mais então, porque estamos aqui? Pink porque vc estava acampando em baixo de uma arvore?
 Estava na hora ou eu contava toda a verdade ou contava uma grande mentira
- Bom Rui... Descobri que Gary foi fazer uma espedição na floresta e quero acha-lo de todo geito
-Mais porque quer acha-lo?
- Porque... Minha torradeira quebrou
 Ele me olhou desconfiado, não se ouvia mais os passos, mais Rui ainda parecia muito preucupado, não sei se comigo ou com aqueles passos. Pedro ja estava se levantando, parecia muito cansado
- Bom dia Pink- Me deu um beijo gelado no rosto- E bom dia Rui
- Quando se conheceram?- Perguntei
- Bom Pink depois que você dormiu Pedro acordou e viu eu e Silvanete converçando, Silvanete dormiu e eu e ele ficamos converçando, um bom tempo, ele te conhece muito bem. Bom seja como for temos que ir andando não acharemos Gary
- Como assim "acharemos"?- Quis me matar nessa hora-  Quer dizer não tem algo melhor para fazer?
 Ouve um silencio constrangedor mas ele acabou quando os passos voltaram a ser ouvidos, mais dessa vez muito mais perto. E se aproximando. Quando me virei, era tarde demais, fui atingida bem na cabeça.

Tive um sonho muito real estava em um labirinto, eu corria para todos os lados mais sempre dava em um beco sem saída. Pareceu até que havia passado anos e quando acordei, preferia voltar pro sonho estava em uma caverna. Muito escura e com grades nas entradas, uma especie de prisão. Ouvi vozes no final da caverna, que era bem longa. Pink percebeu que estava em um tipo de sela especial, uma sela para doentes. Do seu lado avia alguns mediamentos e um frasco escrito: " TingT" era um axido fervido capaz derreter uma placa de aço e acabar com uma dor de barriga, era minha saida...

A cada passo que dava eu ficava mais confusa, Salas de espretimentos I, II, III, IV, V, VI.. Quando saiu sa ala de esperimentos cheguei em uma parte assim: < Prisão ---- Saida > Ouvi passos atras, algo se aproximava tinha que me decidir...

Capitulo 5- Pedro

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Depois da minha nada agradável conversa com Soul eu estava muito confusa, ele primeiro afirmou que sabia de tudo e depois disse que ia achar Gary para mim, mais achar Gary eh a forma mais fácil de acha-lo, ou não? Haveria algo que encontrar Gary não era uma boa opção? Decidi fazer uma coisa que antes não faria por nada, mas agora não era mais uma opção. Peguei uma bota uma mochila e fui rumo a Floresta, a procura de algo, que não fazia ideia de onde estava e ia deixar Rui me esperando no Café.
Sai do meu iglu e olhei para traz como se fosse a ultima vez que eu iria ver esse simples e aconchegante iglu, ou não, talvez eu não quisesse olhar para frente, a casa de Paulo o meu melhor amigo, eu não queria deixa-lo mais eu voltaria, nem que tivesse que prender Soul com a próprias nadadeiras. Quando virei esbarrei em algo, senti algo gelado e desmaiei...
Acordei no medico de mãos dadas com um penguin, no começo achei que era Rui que tinha ido me buscar em casa mais depois reparei no visual, uma roupa de aventureiro, era ele Pedro, me dissera que ia voltar uma semana depois de sua viajem a procura de Rockhopper.
-Pedro, oque aconteceu? Não estava viajando?
- Quando soube que Rockhopper estava vindo para a ilha decidi voltar e fazer uma surpresa para você, mais pelo visto você era alérgica a sorvete de flocos. Desculpa por derrubar sorvete em você. Mas onde você esta indo? Toda vestida de aventureira?
- Pedro, que horas são?
- Meia noite e meia
- Nossa- Rui essa hora deve estar me procurando, mais não quero que ele me ache- eu tenho que ir
- Para onde?
- Para a aventura
- Então estou dentro
- OK mas vai ter que guardar segredo, venha
Eu e Pedro corremos pelos corredores do hospital e fomos direto para a Floresta, durante o caminho contei tudo a Pedro, menos sobre Rui...Não queria que ele ficasse sabendo sobre ele, se não começaria um questionário. Pedro sempre foi afim de mim
Chegamos na floresta com uma grande chuva, fomos em baixo de uma arvore e montamos acampamento la. De noite enquanto Pedro dormia fiquei pensando em Rui e se ele estava me procurando quando ouvi passos e eles se aproximavam a cada segundo, apaguei a fogueira e me encolhi nos peitos de Pedro. Ouvi um raio e quando olhei para traz vi ele, Detetive Rui...
-Como me achou?
- Não foi nada fácil, primeiro fui nos registros da cidade, descobri onde você morava, na sua casa encontrei sua mãe preocupada dizendo que você estava no hospital, olhei as câmeras de segurança e vi que você tinha ido em direção a floresta, pela sua roupa de aventureira sabia que ia agir sem mim peguei meu puffle de elite e ele me trouxe até você. Esta pronta para me explicar tudo?
Quando ia começar a falar lembrei do que Soul disse ele sabia que Rui era uma ameaça, mais para quem?
- Olha Rui eu não estou bem, amanha conversamos...
Naquela noite sonhei Edmund e Soul estava chovendo e ouvia-se muitos gritos
- Soul, não acredito que fez isso, suas brincadeiras são engraçadas mais agora passou dos limites! Onde já se viu colocar fogo na vila- Soul olhou para ele como se não fosse nada- A já me cansei de você não falar nada, eu vou te enfeitiçar e você vai me explicar porque faz essas coisas. Apartir de hoje dia 12 de maço suas brincadeiras de mau gosto iram acabar
Uma voz apareceu na minha cabeça
 Depois disso eu mudei, mudei mesmo, mais eles nunca me perdoaram e o dia que disseram que Edmund criará um monstro aquela foi a gota d'água criei um plano que ia fazer tudo mudar que enfim destruiria aquela vila e eu teria minha vingança mais fui descoberto, atacaram nossa pequena cabana e ... Isso você terá que descobrir sozinha. Só digo uma coisa não quero o seu mau, quero só a minha vingança

O puffle dos Desejos Capitulo 4 - Detetive Rui

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  Pink, não perdeu tempo, estava desesperada, não sabia para onde ir, onde será que a vila de que Soul falava estará? Só havia uma pessoa que podia lhe ajudar, a mesma pessoa que causou tantos problema, que a entregou o livro. Tinha que achar Gary, pera ai, será que naquela noite estava tão cansada que não reparou estar falando com G?
  Agora ficou fácil vou ter que achar uma das pessoas mais famosas do CP, mais será necessário, para mim deter Soul. Terei que falar com um profissional, vou para casa de Rui, ele é um detetive e dos bons.
  Quando cheguei no Iglu de Rui tive vontade de ir embora, era uma casa gigante, com vários pinheiros e flores plantado no quintal, o chão era feito de mármore e aposto que o enfeite dos vidros era cristal. Toquei a campainha, um som que ecoou pela casa inteira. Sua empregada atendeu:
 - Haaaa, esta louca minha filha o Halloween já acabou, pode tirar essa fantasia de pavão. Hahaha
 - Olha eu não vim aqui para escutar insultos então chame o Rui que não quero falar com você quero falar com ele.
 - Vou chamar-  A empregada muito bem vestida olhou para Pink como se mesmo com aquele "fora" ela ainda estivesse por cima- Dr Rui, tem um pavão querendo falar com v0cê!
  -Como assim Silvanete?- O nome da empregada era Silvanete? E ela ainda me zoou- Que pavão?
  Quando Pink viu Rui, foi amor a primeira vista, ele era lindo, enquanto ele se aproximava com aquele andar perfeito, Pink quase teve um colapso nervoso.
  - Ola- Ele era ainda mais lindo falando- Ola... você ta ai? 
  - Que?... A sim estou, to aqui, vivíssima
   - O que quer?
   - Queria te contratar, na verdade, eu preciso de um favor, não estou podendo pagar os seus serviços, você poderia me ajudar?
   - Agora estou tratando de um assunto muito importante do que se trata?
   - Queria achar G mais agora ele só entra ano que vem!!!
   - Bom sei como matar 2 coelhos com uma paulada só
   - Mais eu adoro coelhos- Disse Silvanete da cozinha
   - Mas você terá que esperar até o dia 14 de Dezembro
   - O que? Mais Soul já vai ter dominado o CP até la
   - Oque?
  - Nada...
   - Tome um banho e nos encontramos daqui 1 hora no Café 
 Bom eu ia sair com o cara mais lindo do CP, porque não estava feliz com isso? Minha Puffle tinha sido pega por Soul, um puffle que quer dominar o mundo e vou sair com o Detetive Rui e não com o Rui. No banho, o vapor começou a se movimentar e uma imagem se formou,  que a teletransportou para uma vila

Eu vi uma cabana toda destruída e la na porta Soul
 - Você acha que vai ganhar? Eu sei de tudo, eu vejo tudo eu sei onde todos estão, então te proponho uma troca, eu falo onde esta G se você enganar Rui, o penguin que n quer saber de você, só quer o mistério.

FIM DO CAPITULO

O puffle dos Desejos Capitulo 3 – Os fantasmas de Fifi

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Pink amanheceu no pet shop assustada pelo sonho que tivera noite passada. Dormindo em meado ao monte de puffles que ronronavam com felicidade, exausta por não ter conseguido dormir direito naquela noite que mais pareceu um pesadelo. E se fosse mesmo um pesadelo? E se nada daquilo tivesse acontecido? Mas toda expectativa foi em vão quando viu, em suas mãos, o livro.
    Ela se levantou lentamente para não acordar os puffles que agora não ronronavam mais. Quando estava prestes a sair olhou para traz, onde viu um puffle verde, com uma cara muito seria. Espera ai, um puffle verde serio? Ele balançava a cabeça como se algo ruim iria acontecer.
- Desculpe-me mais agora eu... Eu preciso ir- Pink correu para seu iglu sorrateiramente antes que todos os pingüins acordassem e vissem que ela dormirá com Puffles, estava parecendo um pavão de tão colorida. Finalmente chegando ao seu lar, um chalé agradável de aparência rústica em meio a primavera gelada de sua vizinhança. Ela colocou o livro sobre a mesa, simples que ficava bem no meio de seu jardim, e começou a analisá-lo melhor. Sua puffle branca, surpreendida com aquele objeto curioso, se escondia atrás de Pink o tempo todo. Com medo de que o livro fosse lhe fazer mal.
- Fifi minha queridinha, não tenhas medo pelo que eu saiba este livro não pode nem te morder quanto mais te devorar. Não seja boba!
 Fifi, olhando como se não acreditasse na dona pulou no ombro dela. Pink, mesmo desconfortável pela Pink estar esfregando seus pelos no seu bico, começou a folheá-lo e voltou para a parte onde encontrou as folhas arrancadas.
- Isso não é comum, não pode ser minha avó sempre dizia que quando a gente encontra um livro assim, quer dizer, que as páginas arrancadas deveriam ser alguma coisa muito importante.
 Fifi, que já não ligava para a presença do livro, concordou
-Espere tem algo escrito na contracapa- Fifi disse, com dificuldade para ler aquela letra que parecia ter escrita há anos
“Uns tem bondade, outros tem maldade agora o livro lhe fala a verdade”
Um brilho verde esquisito saiu do livro e correu em direção a Fifi, ela desesperada, começou a correr para o iglu, mas era tarde de mais, o brilho pegou Fifi que ficou em transe por um segundo
-Olá Pink, nos vemos mais uma vez.
-Soul? Saia do corpo de Fifí agora!
-Infelizmente creio que isso não será possível. Pois compreenda minha cara pingüim, preciso de Fifi para continuar vivo.
-Mas porque você precisa do corpo de Fifí?
-Vou lhe falar - Uma nevoa azul apareceu e Pink se viu dentro de uma cabana linda, que jurava já ter visto em algum lugar, lá fora ouvia-se gritos.
“Naquela noite sombria, os pingüins da vila ficaram enfurecidos por minha causa. Fizeram uma posição de fúria com tridentes e tochas em torno da minha casa. Mas Edward me amava muito, não iria me abandonar, felizmente ele sabia um feitiço que poderia nos salvar, ele me prendeu dentro de seu diário que me abrigou durante anos. Eu nunca soube o que houve naquela noite. Fiquei guardado na estante por anos, até a minha casa se tornar um lar para idosos, o livro então se perdeu nas águas. Depois de alguns anos, acabou sendo pescado por um pescador. Ele tinha me libertado, mas por causa das pragas que causei a ele, ele me prendeu de novo no livro’’
-Mas graças a você eu estou livre. E não serei preso de novo. Nunca. NUNCA.
MUAHAHAHAHAHA
Ele desapareceu, no corpo de Fifi, numa nuvem de fumaça verde, assim como saiu do livro
Pink entristecida soltou uma lágrima.
-Fifi, minha querida Fifi. Eu vou te salvar. Nem que seja a ultima coisa que eu faça.

Fim do capítulo

O puffle dos Desejos Capítulo 2- O puffle esquecido

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Quando Pink escutou um barulho vindo da mata percebeu que não era seguro ficar ali aquela hora, mais no entanto queria ficar para procurar a outra parte do livro, precisava reencontrar o senhor que contara a historia, queria muito aquele livro. Ao em vez de ir para o seu iglu decidiu procurando senhor, foi embora do acampamento correndo procurando o senhor. Ele não estava em lugar nenhum, cansada de procurar, foi em direção do Plaza, quando estava quase chegando viu uma sombra se movendo, Pink ficou paralisada, então ouviu uma voz conhecida:
-Você não estava indo para o seu iglu mocinha?- O senhor do acampamento disse sem olhar para a cara de Pink
- É que senhor...
- Por favor, me chame de Gary...
- Então Gary, você poderia me emprestar o livro?
-Pode levá-lo minha pequena, é sempre agradável ver alguém curioso por essas bandas- Disse o velho entregando-lhe o livro.
 A chuva começa a cair e forte e para se proteger Pink correu em direção ao Pet Shop.
-Pronto assim deve bastar.
Os puffles olham pra ela como se estivessem com medo e felizes em vê-la.
-Posso dormir com vocês esta noite? Está chovendo muito lá fora.
 Os puffles se agitaram e deram um espaço para Pink
-Vou encarar isso com um sim!
Ela se aconchega em meio ao amontoado fofinho de pelos que os puffles formaram pra ela.
Ela agarra o livro.
-Fico imaginando o que teria acontecido com o soul e com Edmund.
Os puffles grunhem
-Vocês têm razão. Amanhã eu continuarei com isso, não quero perturbar o sono de vocês.
Houve-se uma Trovoada
-AHH! O que foi isso?
 -Ah foi só um raio, acho que...
Ela vê uma sombra estranha de um puffle e de um penguin que procura chamar a atenção dela chamando seu nome.
-Piiiiiiiiiiiink...
-Ma-Mas você é o penguin da história, você é...
-Edmund Van Pingüim?Sou você não precisa ter medo.
-Mas você é um personagem de um livro, um livro velho, empoeirado e que...
-Você está segurando.
-VOCÊ NÂO È REAL. VOCÊ NÂO EXISTE. VOCÊ...
Ela acorda com um barulho de raio
-Ai meu deus. O que foi isso que me ocorreu? Deve ter sido um pesadelo,ainda está chovendo,é melhor voltar a dormir.


Fim do Capítulo 2

O puffle dos Desejos Capítulo 1:Histórias no Acampamento

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  Em uma das muitas noites escuras do halloween .Uma pingüim, que se chamava Pink, estava indo para o        Café para achar Tia Arctic, mais com tantos atalhos que pegou ficou perdida, perambulava pela floresta, com medo, com frio e com fome. Quando já estava perdendo as esperanças avistou de longe um acampamento e correu em sua direção o mais rápido que pôde.
Um pingüim que estava armando sua barraca a avistou e falou:
-Você está tremendo, venha pra perto do fogo. O que aconteceu?
-Obrigada senhor, eu jurava que estava no caminho certo, mas devo ter tomado algum atalho errado.
-È perigoso se perder nesses bosques, principalmente no Halloween, não é atoa que existem tantas histórias aqui.Você quer ouvir uma?
- Bom, acho que agora a Tia Arctic já deve ter ido embora, então sim, por favor

-“Tudo começou neste mesmo lugar,na floresta.aqui havia uma pequena vila de pingüins como qualquer outra.E neste lugar vivia um senhor muito bondoso chamado Edmund Van Pingüim e seu puffle soul.
Soul era um puffle preto era diferente dos de sua espécie, pois ele mal aparecia na vila e quando aparecia, ele era ruim, malvado, ranzinza.
Mas Edmund amava seu puffle independentemente do que ele fosse.
Mas um dia os cidadãos da pequena vila não agüentavam mais as peripécias e maldades que soul fazia. Então os habitantes armados com tridentes e tochas armaram uma prosição a casa de Edmund a fim de banir soul para sempre da região.”

-E depois?
-Me desculpe, mas a algumas paginas rasgadas neste livro, acho que não saberemos o final da história hoje.
De repente houve-se um raio.
-É melhor ir para casa garotinha está começando a chover.
O pingüim desarma o acampamento e vai embora desaparecendo na escuridão.
Pink fica pensando: o que será que aconteceu depois,eu preciso saber disso... Precisava de mais informações.
 
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